domingo, 10 de maio de 2020

Saudade




Minha amada mãe, sempre foi o maior orgulho da minha vida. Neste primeiro dia das mães, após sua morte, daria tudo para que estivéssemos juntos novamente, minha linda! Sinto saudade – machuca demais não compartilhar meus dias com a senhora. Mas quero agradecê-la por todas as coisas maravilhosas que proporcionou. Suas palavras de conforto sempre ajudaram. Seu jeito carinhoso sempre deu ternura, sua bondade encantava, sua simplicidade emocionava e seu amor era incondicional. Quando estava no meio dos seus braços, eu sentia carinho, amor e segurança. Havia um calor que aquecia a alma e tranquilizava. Hoje, não tem mais o seu ombro e seu abraço, entretanto guardo ainda muito amor e muita saudade no coração.  Não importa se a senhora já partiu, pois o essencial vive no coração e nas memórias de uma vida repleta de amor. Tu és o grande amor da minha vida. Quero que tenha um grande Dia das Mães no céu.  Descanse em paz, querida Maria Célia Rodrigues Lopes. Até um dia, mamãe! Eu amo você!

Sérgio Lopes (Jornalista, Professor e Especialista em TV, Cinema e Mídias Digitais)  

quarta-feira, 22 de abril de 2020

A Tecnologia move o mundo


Muitos brasileiros contribuíram para o progresso da nação. Getúlio Vargas, Rachel de Queiróz, Patrícia Rehder Galvão (Pagu), Rui Barbosa, Nísia Floresta, Dom João VI, Maria Quitéria de Jesus, Sérgio Buarque de Holanda, Cecília Meireles, Dom Pedro I, Tarsila do Amaral, Dom Pedro II, Cora Coralina, José Bonifácio, Anita Malfatti, Juscelino Kubitschek, Maria Rita de Sousa Brito Lopes (Irmã Dulce), Oscar Niemeyer, Zilda Arns, Joaquim Nabuco, Anita Garibaldi, Joaquim Maria Machado de Assis, Maria da Penha Maia Fernandes, Zumbi dos Palmares, Maria Esther Bueno, Henrique Batista Duffles Teixeira Lott, Antonieta de Barros, Eduardo Gomes foram relevantes no aperfeiçoamento do Brasil. Por que a maioria da população não conhece os protagonistas da história do país? A informação dos meios de comunicação, entretenimento, rapidez, consolidação dos aparelhos modernos eletrônicos portáteis, mecanismos de busca na Internet, redes sociais, 3D no cinema e na televisão, “touchscreen”, biotecnologia, inteligência artificial, “blockchain e bitcoins”, carros autônomos, robótica são considerados inovações tecnológicas. Diante da inovação da realidade atual, o que podemos esperar para as próximas décadas? O avanço tecnológico proporcionou um mundo de conhecimento, informação, entretenimento, novidade, estudo, diversão...  Contudo, a dificuldade para escrever corretamente, a frustração, a falta de interação física, a impaciência podem ser consideradas características desfavoráveis causadas pela tecnologia. Os nomes históricos que tiveram participações e atitudes decisivas nas questões políticas, econômicas, sociais, culturais, religiosas do Brasil. Eles continuarão desprezados, pela maioria da população alienada e fútil. Vários desconhecem ou simplesmente não valorizam...   Um parcela considerável da população não tem interesse pelos personagens marcantes e não gosta de ler? os vultos históricos estão esquecidos? Por fim, o século XXI assistirá ao chip com informações implantadas no corpo do homem, as residências serão conectadas através de aparelhos celulares e automóveis andarão sozinhos... Como dizia o empresário e magnata americano no setor da informática Steven Paul Jobs: “A Tecnologia move o mundo”.

Sérgio Lopes (Jornalista, Professor e Especialista em TV, Cinema e Mídias Digitais)

terça-feira, 7 de abril de 2020

Qual é o valor da palavra do ser humano?


A honestidade, a dignidade, a sinceridade são valores fundamentais na formação da índole do ser humano. O ambiente que o homem vive e a educação dos pais e responsáveis podem ser considerados fatores essenciais, na formação do caráter.  Eles tornam homens honrados, justos e honestos? Ou eles são vendidos e sem valores morais? Diversas famílias comandadas por (pais, irmãos, tios, avós, padrinhos) ensinaram ou ensinam para as crianças, que a palavra dada possuía ou possui imenso valor.  Muitos levam por toda vida, os ensinamentos da primeira infância...  Sendo que a palavra dada e a promessa feita são inestimáveis.  Os que aprenderam esse valor, sempre honram seus compromissos e são dignos de respeito e admiração... Todavia, no nosso cotidiano, é normal perceber milhões de brasileiros fazendo afirmações, declarações polêmicas, e até mesmo promessas... Infelizmente, a maior parte nunca é cumprida...  Deparamos com promessas simples, tais como: “Na quarta-feira te ligo para combinarmos um jantar” – jamais liga. “Encaminho o email com a informação até às 13 horas” – o cidadão aguarda três dias até que aborrece e pede... E ainda passa por inconveniente. A palavra não é cumprida também nos temas considerados “relevantes”, em algumas grandes empresas e com vários políticos.  Um exemplo clássico é o profissional, que visou ao cargo de gerente, de uma grande empresa.  Ele foi aprovado no processo seletivo e fechou com a instituição. No dia de começar o trabalho, avisou que recebeu proposta melhor e, portanto, não compareceu. Na época das eleições, uma boa parte dos políticos fazem promessas utópicas. Prometem emprego, saúde, transporte, educação. Porém quando assumem os cargos, nada é concretizado. Enfim, a atual quarentena do Coronavírus é a realidade da maioria da população. Muitos deveriam aproveitar a oportunidade para refletir a respeito das próprias atitudes. A cada pequena promessa que o indivíduo deixa de cumprir, seja com um colega de trabalho, com o amigo, com o próprio filho, com a família. A credibilidade é destruída, o que pensar dos “homens” cuja palavra não tem qualquer valor?

 
Sérgio Lopes (Jornalista, Professor e Especialista em TV, Cinema e Mídias Digitais)


domingo, 8 de março de 2020

O Combate à pobreza é possível?


As reformas tributárias e administrativas geram discussões acaloradas, e precisam urgentemente ser concretizadas. Mas o problema antigo que assusta o Brasil e não pode ser ignorado pelo governo federal é o combate à pobreza. Infelizmente, o nosso país alcançou nível elevado de habitantes vivendo em situação de miséria. Segundo o Instituto de Geografia e Estatística (IBGE), a nação tinha 13,5 milhões de pessoas na pobreza extrema em 2018, ou 6,5% da população, que vivia com menos de R$ 145 por mês. É o maior contingente de pessoas nesta condição na série histórica do estudo, iniciada em 2012. Ainda conforme o levantamento, naquele ano havia 52,5 milhões na chamada linha da pobreza, vivendo com menos de R$ 420 per capita por mês. Sendo que dados referentes ao ano de 2019, ainda não foi divulgado... Diante desta realidade, o que pode ser feito para amenizar o sofrimento dos menos favorecidos economicamente? A criação de postos de trabalho e renda, salários satisfatórios, o incentivo ao mercado de consumo local e o apoio às pequenas empresas podem ser considerados políticas redistributivas que podem melhorar as condições de vida das pessoas. Porém essas possíveis atitudes são utópicas? O Brasil ainda é um país excessivamente hierarquizado e dividido em classes. Desde a chegada dos portugueses até os dias atuais, o desenvolvimento da nação foi marcado pelas hostilidades entre dominante e dominado. A casa grande e a senzala, cidadão independente e escravizado, rico e pobre, patrão e empregado, fazendeiro e peão podem ser simplesmente reconhecidos como opressores e oprimidos em contínua contradição. Vivem conflito permanente, ora real, ora mascarado; uma batalha que finalizou eternamente, ou por uma mudança revolucionária, na sociedade civil, ou pela eliminação das classes sociais em combate. O ano de 2020 ainda está no início e há desafios para enfrentar.  A Recuperação da economia e elevação da produtividade podem ser medidas essenciais para redução dos níveis de pobreza. Alcançar e conservar padrões de redução de desigualdade poderá diminuir a miséria no Brasil, nos próximos anos...

Sérgio Lopes (Jornalista, Professor e Especialista em TV, Cinema e Mídias Digitais) 

segunda-feira, 2 de março de 2020

Os políticos perderam a credibilidade?


Não podemos generalizar, haverá sempre exceção. Mas como dizia o jornalista e escritor Nelson Rodrigues: “Toda unanimidade é burra. Quem pensa com a unanimidade não precisa pensar”. Os políticos têm como função principal representar os interesses da população perante o poder público. Esse é (ou pelo menos deveria ser) o objetivo final de um homem escolhido como representante do povo. Os eleitos democraticamente deveriam preocupar com os problemas crônicos: criminalidade, violência, habitação, saúde, desemprego, corrupção e desigualdade social que afetam a vida dos cidadãos brasileiros... De acordo com o site https://www.agorajoinville.com.br, os partidos políticos nacionais terão pouco mais de R$ 2 bilhões (R$ 2,034) para serem gastos na campanha eleitoral de 2020. Infelizmente, eles agem de má fé e passam por cima de qualquer um, para conseguir atingir seus objetivos. Seguem usando dinheiro público de áreas fundamentais e sucateadas para sustentar a ganância pelo poder. O alto valor que foi aprovado para o pleito municipal, de outubro de 2020, poderia ser investido, urgentemente, em setores básicos prioritários... Todavia, vários políticos são indiferentes com os infortúnios da maioria do povo. Não há comprometimento com os menos favorecidos economicamente... Além disso, são vaidosos e loucos por dinheiro e poder...  Sendo que alguns assistem em outros municípios e só comparecem na (Câmara, Congresso, Assembleia) pouquíssimas vezes, nos dias das sessões. Bem como assinam documentos e projetos sem ler...  Sancionam leis e criam contratos de risco sem prévio conhecimento.  Diversos candidatos fazem promessas mirabolantes e demagógicas para conquistar os votos dos eleitores. Porém sabemos que depois de eleitos, a maioria não é cumprida. Diante desta possível realidade, a democracia é arruinada. Há descontentamento geral com os políticos do país, nas esferas (municipal, estadual, federal).  Enfim, perderam a credibilidade e é preciso uma reconstrução do cenário político, para que sirva aos interesses do povo e não de grupos.


Sérgio Lopes (Jornalista, Professor e Especialista em TV, Cinema e Mídias Digitais)

sábado, 29 de fevereiro de 2020

Políticos e eleitores são culpados


Em outubro de 2020, a sucessão municipal ocorrerá nas cidades brasileiras. Os prefeitos, vice-prefeitos e vereadores continuarão exercendo os cargos ou poderão perdê-los. Os mandatos iniciaram no dia 01 de janeiro de 2017 e encerrarão em 31/12/2020. Nos três primeiros anos, as promessas foram cumpridas? O município evolui? Os prefeitos respeitaram a constituição? Com menos de um ano para o término, os políticos ainda conseguirão desenvolver as áreas de saúde, educação, transporte, meio ambiente? O senhor Prefeito declarou que “o Brasil enfrenta uma crise avassaladora”. O Presidente da Câmara dos Vereadores afirmou que “o município não tem dinheiro”. O Vice-prefeito alegou que “a administração anterior quebrou a cidade”. Sempre ouvimos as mesmas desculpas e aceitamos passivamente...  A maioria dos eleitores brasileiros podem ser considerados responsáveis pelo fracasso administrativo de muitos políticos. Milhões de eleitores ainda trocam votos por saco de cimento, camisa de time de futebol, engradado de cerveja, churrasco, dinheiro e cargos comissionados. Há também os que são fanáticos por prefeitos e vereadores. Sendo que muitos enriqueceram ou ganham muita grana com esquemas de corrupção... Talvez, seja o motivo principal de defenderem fervorosamente atos de improbidade administrativa, atos ilícitos, falcatruas e desvios de verbas praticados por gestores e parlamentares municipais.  O mau eleitor não tem consciência do voto, despreza a realidade socioeconômica da cidade onde vive, satisfaz ambições pessoais, não envolve na construção das políticas públicas. Já o mau político é assistencialista, faz da carreira “profissão”, perpetua no poder, persegue os que não compactuam com suas ideias, prestigia pessoas incompetentes para exercerem cargos de confiança, elege os filhos e delega poderes.  Os eleitores e políticos ruins já têm estratégias para o pleito de 2020. O intuito é a reeleição, através da busca incessante do voto. O carro chefe da propaganda eleitoral é as promessas utópicas... Por fim, há candidatos que querem promover mudança social e política. O eleitor consciente deve buscar conhecer as propostas, partido e o passado do candidato.
Sérgio Lopes (Jornalista, Professor e Especialista em TV, Cinema e Mídias Digitais)

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

A Maldita Senhora Burocracia comanda o Brasil


Ela é marcada pela ineficiência e morosidade na solução de problemas. Bem como, pela falta de comprometimento com as urgências de cada pessoa. Infelizmente, atrasa à vida dos homens e sempre traz entraves para pobres e ricos... O (www.dicio.com.br) define que Burocracia é um tipo de estrutura organizada que se compõe a partir de regras e procedimentos preestabelecidos. Segundo o https://conhecimentocientifico.r7.com, o sistema burocrático surgiu no Brasil, junto com o controle administrativo português, foi aplicado na íntegra na colônia. Conforme  o portal, o Império era extremamente burocrático, tudo tramitando naquele marasmo característico do século XIX. Da mesma forma foi com a República Velha, dos cartórios distribuídos aos apadrinhados políticos. Um sem-número de repartições, chancelas e carimbos infernizava a vida de quem necessitava do serviço público. De acordo com o portal r7.com, após a Revolução de 1930, o governo instalou uma pioneira reforma burocrática com o intuito de romper com o clientelismo e com o patrimonialismo. Ainda de acordo com o portal eletrônico r7, entre os anos de 1979 a 1986, existiu o Ministério da Desburocratização, órgão dedicado em dar mais celeridade à administração pública. Nesse aspecto, a Constituição Federal de 1988 é muito criticada, posto que representou um recuo burocrático em diversos dispositivos. É que a nova Carta Magna não quis acompanhar a linha estatal de administração pública gerencial, preferindo a burocrática clássica. De 1988 até os dias atuais, os brasileiros sofreram, sofrem e ainda sofrerão com a burocracia.  A nação afundou na burocratização devido à má vontade e o péssimo atendimento dos burocratas e tecnocratas, a papelada e ou encargos exigidos pelo sistema tributário, ao apego excessivo as formalidades, as regras e procedimentos determinados.  A inteligência e o bom senso não conseguem dialogar com a burocracia. Os dois primeiros apuram com raciocínio fundamental e finalizam. Já a burocracia apodrece por vez em pensamentos idiotas e burros, faz rodeios desnecessários, volta ao ponto de partida e está sempre atrasada.  Enfim, a Burocracia é a arte de converter o fácil para o difícil, através do inútil.


Sérgio Lopes (Jornalista e Professor)