quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

A decadência do Banco Master e os contrastes da Justiça

 

Daniel Vorcaro é proprietário do Banco Master

Em novembro de 2025, o Banco Master deixou de constar como instituição ativa no sistema do Banco Central. O motivo decorreu de múltiplas falhas que teve forte efeito sobre o sistema financeiro brasileiro. O episódio envolve suspeitas de irregularidades financeiras bilionárias, emprego de fundos de investimento para dissimular perdas, e medidas de suporte financeiro articuladas com banco público. Sob controle do banqueiro Daniel Vorcaro, o Master avançou rapidamente ao oferecer Certificados de Depósitos Bancários (CDB) com rentabilidade substancialmente superior à média do setor. Para assegurar a continuidade do modelo, conforme a Polícia Federal, o banco passou a assumir riscos excessivos e a estruturar operações que inflavam artificialmente seu balanço, enquanto a liquidez real (dinheiro imediatamente disponível para ressarcir os investidores) se deteriorava. O prejuízo financeiro associado à quebra do Master atinge R$ 47 bilhões,  as investigações da PF e os relatórios do BC indicam que o colapso do Master não se limitou ao aspecto financeiro, alcançando também o âmbito institucional. A negociação de venda com o Banco de Brasília (BRB) e as movimentações direcionadas a órgãos reguladores transformaram o caso em um cenário de elevada complexidade, com impacto imediato sobre investidores e sobre a confiança nas instituições.  Daniel Vorcaro, proprietário do Master, tentou embarcar para Dubai. Porém foi preso, em novembro do ano passado, na “Operação Compliance Zero” da Polícia Federal, que investiga fraude bilionária e gestão fraudulenta. Vorcaro ficou preso dez dias, contestou a acusação de fraude em depoimento à Polícia Federal e apontou alterações nas regras do Fundo Garantidor de Créditos como causa da crise de liquidez do Master.  Depois, obteve liberdade, por decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1)), sob cumprimento de medidas cautelares determinadas judicialmente, com determinação de uso de tornozeleira eletrônica e retenção do passaporte.  Em uma nação democrática como o Brasil, a aplicação da lei não é igual para todos. Um abastado acusado de fraude e irregularidades no sistema bancário, ficou poucos dias presos e passou a cumprir medidas cautelares.  O contraste é evidente, enquanto investigados com poder econômico obtêm determinações judiciais preventivas, cidadãos pobres permanecem detidos por crimes semelhantes. Em conclusão, a lei é dura com uns, flexível com outros e o critério muda conforme quem está no banco dos réus.

Sérgio Lopes Jornalista

Texto publicado no Blog dos Letrados Desalienados (blogdosletradosdesalienados.blogspot.com), em comemoração aos 10 anos de resistência crítica e literária do espaço criado pelo jornalista Sérgio Murilo Rodrigues Lopes, dedicado à palavra como forma de consciência, sensibilidade e liberdade.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Acostamentos e Calçadas

 

Milhões de brasileiros caminham com as próprias pernas ou usam uma cadeira de rodas em seus trajetos. Eles enfrentam verdadeiro tormento, deparam com (buracos, degraus, poças, desníveis, rachaduras, lixo, dificuldades variadas) e, frequentemente, sofrem lesões, em algumas ocorrências são consideradas graves... O nosso país ainda está muito distante de assegurar proteção a todos os brasileiros no exercício do direito de ir e vir. Em várias rodovias e vias urbanas, a insegurança é a realidade de muitos acostamentos. O desgaste, a ausência de sinalização, a falta de estrutura podem provocar acidentes e riscos à segurança dos condutores de veículos e transeuntes. A lei determina punições graves para o uso inadequado de acostamentos, incorporando multas e pontos na Carteira Nacional de Habilitação. É essencial que o motorista seja consciente das regras de trânsito e das infrações em relação ao uso dos acostamentos, porém, muitos não são. Além disso, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou no ano passado que: mais de 80% dos brasileiros que moram em áreas urbanas convivem com calçadas obstruídas perto de casa. Desde 2010, o número de ruas com rampas para cadeirante cresceu, mas ainda está longe de garantir acessibilidade para todos. Apenas 15,2% dos brasileiros que vivem em áreas urbanas têm rampas nas ruas onde moram. Ainda de acordo com o IBGE, quase 20 milhões de brasileiros, que moram em áreas urbanas, vivem em vias não pavimentadas. E também levantou a presença de árvores do lado de fora das casas. Um em cada três brasileiros vive em rua sem uma única árvore. os acostamentos e as calçadas são precários em todo território nacional.  Presidente da República, Senadores, Governador, Prefeito, Vereadores, Deputados Federais e Estaduais podem resolver a situação? O povo brasileiro não aguenta tanto descaso e merece respeito. Em síntese, reivindicar acostamentos e calçadas acessíveis não é pedir “favores” ao município, ao estado, à federação. É solicitar o cumprimento de direitos garantidos por lei.

Sérgio Lopes Jornalista

Texto publicado no Blog dos Letrados Desalienados (blogdosletradosdesalienados.blogspot.com), em comemoração aos 10 anos de resistência crítica e literária do espaço criado pelo jornalista Sérgio Murilo Rodrigues Lopes, dedicado à palavra como forma de consciência, sensibilidade e liberdade.

Reivindicar acostamentos e calçadas acessíveis não é pedir “favores” ao município, ao estado, à federação. É solicitar o cumprimento de direitos garantidos por lei.

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

História e desenvolvimento do Aeroporto de Goianá e Rio Novo

 


O Aeroporto Regional da Zona da Mata é localizado entre os municípios mineiros de Goianá e Rio Novo. O projeto foi idealizado pelo ex-presidente do país e ex-governador de Minas Gerais: Itamar Augusto Cautiero Franco. Contudo, foi construído pelo então governador Aécio Neves da Cunha, durante o primeiro mandato, no período de 2003 a 2005. Mesmo com a “concretização das obras”, inicialmente, o aeroporto não operou voos comerciais, ficou esquecido por alguns anos. Entre 2006 e 2007, o Brasil viveu crise no setor de transporte aéreo, determinada pelos veículos de comunicação como “caos aéreo” ou “apagão aéreo”. Provocada por um acidente aéreo, a crise teve como personagens principais os controladores de tráfego aéreo, que a desconfiança de erro operativo e diálogo complicado com as autoridades do setor, protestaram através de um processo de operação-padrão (greve branca). Essa condição, somada à carência de mão de obra, ocasionou, de novembro de 2006 até meados de 2007, o descontrole operacional dos principais aeroportos do país, com enormes perdas aos usuários. Diante disso, no ano de 2007, uma reportagem do programa Fantástico da Rede Globo foi divulgada e denunciou o descaso com recursos públicos empregados na construção do aeroporto do interior de Minas. O assunto ganhou impacto e indignação em todo território nacional. Depois de uma longa espera, em 2011, o então governador Antonio Augusto Junho Anastasia inaugurou oficialmente o Aeroporto Presidente Itamar  Franco. A proposta primordial do projeto é impulsionar a economia da Zona da Mata, favorecer o transporte de cargas, expandir a demanda de transporte público, explorar a posição geográfica diferenciada em relação às capitais (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte). Ademais, o aeroporto é polo de transporte da região, com a pretensão de expandir a área de transporte de carga e transformá-lo em terminal comercial de passageiros. Nos anos de 2011 até 2026, a rodovia MG-353, que liga o Aeroporto Regional Presidente Itamar Franco à BR-040, recebeu melhorias? Há diálogo entre o setor público e as companhias aéreas? A classificação de terminal industrial ainda está sob discussão? Há incentivos para atrair investimentos privados?  Promove o turismo local? O desenvolvimento do aeroporto foi realizado de maneira sustentável? O fluxo de passageiros no Aeroporto Regional da Zona da Mata (Presidente Itamar Franco), entre Rio Novo e Goianá, caiu mais de 30% em 2025, na comparação com 2024, declinando de 198 mil viajantes para 136 mil, considerando embarques e desembarques. A concessionária responsável pela administração do espaço atribui a queda, principalmente, à readequação da malha aérea ao longo do período, em decorrência do encerramento das operações da companhia aérea Voepass, após suspensão determinada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), em março do ano passado. De acordo com a concessionária do Aeroporto Regional da Zona da Mata, entre janeiro e dezembro de 2025 foram realizados 1.652 voos comerciais. O número ficou 47,9% abaixo das 3.172 frequências da aviação em 2024 no mesmo terminal. “A empresa (VoePass) respondia por, aproximadamente, 39% da oferta total de assentos mensais do aeroporto, enquanto as companhias Azul e Gol representavam, respectivamente, cerca de 35% e 26% da oferta disponível”. Ainda conforme a concessionária, em dezembro do ano passado, a Gol liderou a oferta de assentos mensais do empreendimento – cerca de nove mil em ambos sentidos -, equivalente a 68% da capacidade disponibilizada no período, enquanto a companhia Azul respondeu por 32%, com quatro mil assentos ofertados. As informações foram divulgadas pelo Jornal Tribuna de Minas edição 23 de janeiro de 2026.  Em suma, o crescimento e o progresso é mais que um requisito logístico; é circunstância estratégica para embalar a sustentabilidade estabilizada.  Ao assumir um ponto de vista incorporado que convenciona base resistente, aperfeiçoamento, capacitação e gestão responsável de recurso, o Aeroporto de Goianá e Rio Novo pode transformar-se em mecanismo de crescimento econômico e social, cooperando expressivamente para a resistência e abundância da Zona da Mata inteira.

Sérgio Lopes Jornalista

Texto publicado no Blog dos Letrados Desalienados (blogdosletradosdesalienados.blogspot.com), em comemoração aos 10 anos de resistência crítica e literária do espaço criado pelo jornalista Sérgio Murilo Rodrigues Lopes, dedicado à palavra como forma de consciência, sensibilidade e liberdade.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

 

"Uma fé pequena leva as almas até o céu, mas uma grande fé traz o céu até as almas". "A fé não é algo para se entender, é um estado para se transformar".  "Suba o primeiro degrau com fé. Não é necessário que você veja toda a escada. Apenas dê o primeiro passo". "A força mais potente do universo é a fé". "Aquela que tem fé nunca está só". “A fé remove montanhas”. “Confia em Deus, mas amarra o teu camelo". "Não cai uma folha da árvore sem que Deus queira". "Quem semeia vento, colhe tempestade".  "É dando que se recebe”.  As citações inspiradoras e os ditados a respeito de fé sempre foram marcantes na cultura popular. Ao longo do tempo, aprendemos essas tradições e ensinamentos religiosos, com o intuito de disseminar integridade, expectativa, persistência e honestidade.  Contudo, o mundo é marcado por crises internas, instabilidade, confusão, desordem. A prática da fé pode tornar-se difícil? Ainda é possível viver de acordo com os valores universais e atemporais (amor, honestidade, humildade)? Muitas pessoas têm muita facilidade para citar versículos bíblicos, filósofos ou falar de confiança quando a paz e a harmonia reinam nos lares. Porém aplicar a fé nos momentos de decisões, na dignidade, na moral, na essência, na personalidade, na ética e, sobretudo, no tratamento com os indivíduos é provação permanente. Em síntese, a fé é uma maneira de refletir, uma atitude mental, uma convicção pessoal, uma certeza que a ideia que aceitamos será concretizada.

Sérgio Lopes Jornalista

Texto publicado no Blog dos Letrados Desalienados (blogdosletradosdesalienados.blogspot.com), em comemoração aos 10 anos de resistência crítica e literária do espaço criado pelo jornalista Sérgio Murilo Rodrigues Lopes, dedicado à palavra como forma de consciência, sensibilidade e liberdade.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Impostos trilhões, benefícios zero

 


O Brasil arrecada muito dinheiro com os pagamentos de impostos. Eles são divididos em três esferas. Federais correspondem por cerca  de 60% das arrecadações do país, tais como: (IOF, IPI, IRPF, IRPJ, COFINS, PIS / Pasep, CSLL, INSS). Estaduais representam cerca de 28% das arrecadações, exemplos: (ICMS, IPVA, ITCMD...). Já os Municipais configuram aproximadamente 5,5% das arrecadações, nomeadamente (IPTU, ISS, ITBI...).  Os valores são utilizados para atender às necessidades da sociedade, ou seja, os serviços públicos primordiais (saúde, educação, segurança, infraestrutura). No ano de 2025, a arrecadação atingiu a cifra recorde. A soma de impostos, contribuições e demais receitas atingiu o montante de R$ 2,89 trilhões, de acordo com dados divulgados pela Receita Federal na quinta-feira (22/1/2026). A quantia representa um aumento real de 3,65% na comparação com o ano passado, quando encerrou o ano com R$ 2,652 trilhões. Segundo a Receita, esta é a maior arrecadação já registrada em um ano desde o início da série histórica, em 1995. No último mês do ano passado, a arrecadação também alcançou o maior patamar da série histórica, registrando R$ 292,7 bilhões. Mesmo diante desta quantidade astronômica de dinheiro, a maior parte da população não tem qualidade de vida. Estupro, assédio, importunação sexual, homicídio, agressões, assalto, sequestro, assassinato, tiroteio ocorrem em vários lugares do país. As possíveis causas da escalada da violência podem ser desemprego, desigualdade social, falta de oportunidade, presença de organizações criminosas. Além disso, os serviços públicos são ineficientes.  Muitos postos de saúde e hospitais apresentam problemas de atendimento que englobam lentidão demasiada, inadequação do processo de triagem, más condições e profissionais que não atendem corretamente.  Ademais, em algumas cidades, o trânsito é caótico, a sinalização é falha, o congestionamento é real, os ônibus estão atrasados, os pontos ficam lotados, as ruas e as calçadas são esburacadas....  Bem como, várias escolas estão sucateadas. A falta de recurso financeiro adequado, a ausência de políticas eficazes de assistência estudantil, os profissionais qualificados reduzidos podem ser apontados como causas que concorrem para o sucateamento dos estabelecimentos de ensino. O Brasil possui problemas sociais, infelizmente, ainda não solucionaram as mazelas.  Em conclusão, o certo é que o brasileiro honra as contas e não tem direito a nada. O governo arrecada trilhões e não melhora a vida de ninguém.  Até quando o povo vai pagar impostos?

Sérgio Lopes Jornalista

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quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Novos médicos não têm nível para atuar?

 


Certamente, você já se sentiu mal e foi ao hospital ou à unidade básica de saúde, tanto pública quanto particular. O atendimento prestado pelo médico  atendeu as expectativas? O profissional assistiu o paciente com qualidade? Em algumas circunstâncias, há reclamações recorrentes contra formados em medicina... E englobam: problemas de comunicação indevidos, falhas cirúrgicas, identificação equivocada de condição médica, complicações pós-operatórias, indicação inoportuna de medicação.  A duração média do curso de Medicina no Brasil é de 6 anos, isto é, 12 semestres. Os acadêmicos estudam as ciências básicas e teóricas, empregam seus conhecimentos teóricos no conjunto de métodos e técnicas utilizados na prestação de cuidados de saúde. Além disso, no fim do curso, os estudantes fazem estágio sob supervisão em ambientes hospitalares e estabelecimentos que oferece serviço de saúde à população. Perante o exposto, surgiu o Enade, conforme o portal https://enade.inf.br, criado em 2004 sob a Lei nº. 10.861, o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes, mais conhecido como Enade, é o instrumento usado pelo MEC (Ministério da Educação) para fazer o controle de qualidade dos cursos de nível superior do Brasil. Ainda de acordo com o portal https://enade.inf.br, o resultado é usado no cálculo do conceito Enade das instituições, que varia de 1 a 5.  As notas 1 e 2 são consideradas insuficientes pelo MEC. Além disso, a avaliação permite que o resultado seja aproveitado em processos seletivos de programas de residência médica.  Na segunda-feira (19/01/2026), o Ministério da Educação divulgou que cerca de um terço dos cursos de medicina do país teve desempenho baixo no Enade. O governo afirma que pode aplicar sanções, que vão de restrições em contratos do Fies à suspensão de novos vestibulares. Em meio a esse cenário, instituições privadas passaram a questionar a aplicação de punições já no primeiro ciclo da avaliação e apontam risco de danos reputacionais e materiais. A informação é do Jornal Tribuna de Minas. Diante desta realidade, o recém-formado de instituições que obtiveram conceito insuficiente no Enade está legalmente autorizado a atender pacientes?

Sérgio Lopes Jornalista

Texto publicado no Blog dos Letrados Desalienados (blogdosletradosdesalienados.blogspot.com), em comemoração aos 10 anos de resistência crítica e literária do espaço criado pelo jornalista Sérgio Murilo Rodrigues Lopes, dedicado à palavra como forma de consciência, sensibilidade e liberdade.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Silêncio


A correria do cotidiano, o consumismo exagerado, o gasto desenfreado, o uso prolongado de redes sociais, a falta de atividade física, a péssima alimentação, as noites mal dormidas provocam estresse e prejudicam a qualidade de vida de vários indivíduos. No calor da emoção, muitos agem sem pensar...  Utilizam palavras de baixo calão, praticam atos de vandalismo, cometem violência contra animais indefesos e, principalmente, agressão (física, psicológica, verbal) para uma pessoa ou um grupo...  O que fazer diante dos atos deploráveis de homens e mulheres? É primordial atuar com tranquilidade e deferência, evitando ações precipitadas. Talvez, o silêncio possa ser a resposta mais sensata em algumas ocasiões, tais como:

Mesmo sofrendo injustiças, as pessoas do bem sempre serão respeitadas na sociedade, porque elas estimulam princípios indispensáveis como compreensão, reciprocidade, apoio, comunhão, acolhimento. Enfim, o gesto de amor e a generosidade concorrem para elaboração de um processo de garantia que todos os seres humanos tenham acesso democrático a circunstâncias favoráveis, meios usados para conseguir algo  e prerrogativas legais, independentemente de suas diferenças.

Sérgio Lopes Jornalista

Texto publicado no Blog dos Letrados Desalienados (blogdosletradosdesalienados.blogspot.com), em comemoração aos 10 anos de resistência crítica e literária do espaço criado pelo jornalista Sérgio Murilo Rodrigues Lopes, dedicado à palavra como forma de consciência, sensibilidade e liberdade.