quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Novos médicos não têm nível para atuar?

 


Certamente, você já se sentiu mal e foi ao hospital ou à unidade básica de saúde, tanto pública quanto particular. O atendimento prestado pelo médico  atendeu as expectativas? O profissional assistiu o paciente com qualidade? Em algumas circunstâncias, há reclamações recorrentes contra formados em medicina... E englobam: problemas de comunicação indevidos, falhas cirúrgicas, identificação equivocada de condição médica, complicações pós-operatórias, indicação inoportuna de medicação.  A duração média do curso de Medicina no Brasil é de 6 anos, isto é, 12 semestres. Os acadêmicos estudam as ciências básicas e teóricas, empregam seus conhecimentos teóricos no conjunto de métodos e técnicas utilizados na prestação de cuidados de saúde. Além disso, no fim do curso, os estudantes fazem estágio sob supervisão em ambientes hospitalares e estabelecimentos que oferece serviço de saúde à população. Perante o exposto, surgiu o Enade, conforme o portal https://enade.inf.br, criado em 2004 sob a Lei nº. 10.861, o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes, mais conhecido como Enade, é o instrumento usado pelo MEC (Ministério da Educação) para fazer o controle de qualidade dos cursos de nível superior do Brasil. Ainda de acordo com o portal https://enade.inf.br, o resultado é usado no cálculo do conceito Enade das instituições, que varia de 1 a 5.  As notas 1 e 2 são consideradas insuficientes pelo MEC. Além disso, a avaliação permite que o resultado seja aproveitado em processos seletivos de programas de residência médica.  Na segunda-feira (19/01/2026), o Ministério da Educação divulgou que cerca de um terço dos cursos de medicina do país teve desempenho baixo no Enade. O governo afirma que pode aplicar sanções, que vão de restrições em contratos do Fies à suspensão de novos vestibulares. Em meio a esse cenário, instituições privadas passaram a questionar a aplicação de punições já no primeiro ciclo da avaliação e apontam risco de danos reputacionais e materiais. A informação é do Jornal Tribuna de Minas. Diante desta realidade, o recém-formado de instituições que obtiveram conceito insuficiente no Enade está legalmente autorizado a atender pacientes?

Sérgio Lopes Jornalista

Texto publicado no Blog dos Letrados Desalienados (blogdosletradosdesalienados.blogspot.com), em comemoração aos 10 anos de resistência crítica e literária do espaço criado pelo jornalista Sérgio Murilo Rodrigues Lopes, dedicado à palavra como forma de consciência, sensibilidade e liberdade.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Silêncio


A correria do cotidiano, o consumismo exagerado, o gasto desenfreado, o uso prolongado de redes sociais, a falta de atividade física, a péssima alimentação, as noites mal dormidas provocam estresse e prejudicam a qualidade de vida de vários indivíduos. No calor da emoção, muitos agem sem pensar...  Utilizam palavras de baixo calão, praticam atos de vandalismo, cometem violência contra animais indefesos e, principalmente, agressão (física, psicológica, verbal) para uma pessoa ou um grupo...  O que fazer diante dos atos deploráveis de homens e mulheres? É primordial atuar com tranquilidade e deferência, evitando ações precipitadas. Talvez, o silêncio possa ser a resposta mais sensata em algumas ocasiões, tais como:

Mesmo sofrendo injustiças, as pessoas do bem sempre serão respeitadas na sociedade, porque elas estimulam princípios indispensáveis como compreensão, reciprocidade, apoio, comunhão, acolhimento. Enfim, o gesto de amor e a generosidade concorrem para elaboração de um processo de garantia que todos os seres humanos tenham acesso democrático a circunstâncias favoráveis, meios usados para conseguir algo  e prerrogativas legais, independentemente de suas diferenças.

Sérgio Lopes Jornalista

Texto publicado no Blog dos Letrados Desalienados (blogdosletradosdesalienados.blogspot.com), em comemoração aos 10 anos de resistência crítica e literária do espaço criado pelo jornalista Sérgio Murilo Rodrigues Lopes, dedicado à palavra como forma de consciência, sensibilidade e liberdade.


terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Aquisição do Castelo pode ser esperança para a região

 


O Grupo Mansur capilar ratificou, no dia 16 de janeiro de 2026, a compra do Castelo Monalisa, localizado no distrito de Carlos Alves, em São João Nepomuceno MG.  Segundo o site https://tribunademinas.com.br/noticias, a propriedade de 192 hectares pertencia originalmente ao ex-deputado Edmar Moreira, tem três lagos naturais e estava anunciada por R$ 50 milhões pela SSP Imobiliária. A negociação contou com financiamento e foi finalizada no início deste ano, com o objetivo central de instalar um “complexo hospitalar de referência internacional, unindo tecnologia médica de ponta a uma infraestrutura de acolhimento diferenciada”. Ainda de acordo com https://tribunademinas.com.br/noticias, “este investimento representa um passo decisivo no plano de expansão da empresa e reafirma seu compromisso com a excelência no setor de saúde e bem-estar, setor no qual atua com pioneirismo e tradição na realização de transplantes capilares desde 1977”, destacou a empresa, por meio de nota. A proximidade do castelo com o Aeroporto Regional da Zona da Mata, que fica a menos de 20 quilômetros, também pesou na decisão do grupo, porque muitos pacientes vêm de outras regiões. Diante desta aquisição, a esperança é que o empreendimento movimente a economia local, gere empregos, desenvolva a infraestrutura e, sobretudo, provoque impactos na região. Em entrevista à estação de Rádio Itatiaia, o novo proprietário, João Mansur explica os planos da clínica para o Castelo desenvolver na Zona da Mata Mineira.  João Mansur afirmou: “A Mansur Transplante Capilar adquiriu o castelo para fazer um resort de transplante de cabelo é assim captar pacientes de transplante de cabelo do mundo inteiro, através do aeroporto da Zona da Mata. O empreendimento é uma obra fantástica, foram 12 anos de obra, não só a construção do castelo, mas também o parque de 1.200 hectares. Emprega muitas pessoas da região, não só na área de transplante capilar, mas também nas áreas de turismo e o futuro é muito promissor para a região”. Por fim, a expectativa é que o projeto tenha sucesso, proporcione mais qualidade de vida para os pacientes e consiga trazer desenvolvimento para a população. 

Sérgio Lopes Jornalista

Texto publicado no Blog dos Letrados Desalienados (blogdosletradosdesalienados.blogspot.com), em comemoração aos 10 anos de resistência crítica e literária do espaço criado pelo jornalista Sérgio Murilo Rodrigues Lopes, dedicado à palavra como forma de consciência, sensibilidade e liberdade.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Quais são as respostas?

 

Na efêmera passagem pela Terra, alguns questionamentos apresentam ou não apresentam resposta? Dr. Josef Murphy, PHD, é autor do grande best seller “O Poder do Subconsciente”, com mais de 1 milhão de exemplares vendidos no Brasil.  No livro, doutor Murphy lançou 11 perguntas:

1 – Por que tantas pessoas boas, bondosas, religiosas, sofrem, na mente e no corpo, as torturas dos condenados ao inferno?

2 – Por que tantas pessoas imorais e ateias têm sucesso, prosperam e desfrutam uma saúde radiante?

3 – Por que o casamento de uma pessoa é feliz e o de outra, infeliz e frustrado?

4 – Por que uma pessoa está triste e a outra, feliz?

5 – Por que uma vive alegre e próspera e a outra, pobre e sofredora?

6 – Por que uma está assustada e ansiosa e a outras, transbordante de fé e confiança?

7 – Por que alguém tem uma casa bela e luxuosa, enquanto a outra leva uma existência humilde em um cortiço?

8 – Por que uma é um grande sucesso na vida, e a outra, um abjeto fracasso?

9 – Por que um orador é notável e imensamente popular e o outro, medíocre e ignorado?

10 – Por que uma é um gênio em seu trabalho ou profissão liberal, enquanto outra trabalha penosamente durante toda a vida, sem conseguir realizar coisa alguma que valha a pena?

11 – Por que uma é salva de uma doença considerada incurável e outra, não?

Enfim, haverá respostas para essas perguntas?

Sérgio Lopes Jornalista

Texto publicado no Blog dos Letrados Desalienados (blogdosletradosdesalienados.blogspot.com), em comemoração aos 10 anos de resistência crítica e literária do espaço criado pelo jornalista Sérgio Murilo Rodrigues Lopes, dedicado à palavra como forma de consciência, sensibilidade e liberdade.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

O interior paga, a capital acorda

 

                 Vídeo do Joãozinho Jornalista 

As postagens publicadas no Blog dos Letrados Desalienados, do jornalista Sérgio Lopes, nos dias 14 e 15 de janeiro de 2026, escancararam o descaso histórico da Cemig com pequenos municípios mineiros. A denúncia, amplificada pela Rádio Educativa de Goianá, na voz do locutor Wenderson Flores, quebrou o silêncio imposto ao interior e ultrapassou os limites regionais. O problema deixou de ser local. Chegou à capital. Em Belo Horizonte, a repercussão ganhou densidade política com a manifestação do jornalista João Valdomiro de Jesus Perpétuo, o Joãozinho Jornalista, de 59 anos. Natural de Peçanha, criado em Virgolândia e residente na capital desde 1984, Joãozinho construiu uma trajetória alinhada às lutas populares e à defesa de pautas historicamente negligenciadas pelo poder público mineiro: valorização do magistério, meio ambiente, justiça tributária, saúde e educação. Em vídeo divulgado nas redes sociais , foi direto e sem rodeios. Apontou o abandono operacional da Cemig em Goianá e Coronel Pacheco, expôs a incompetência reiterada da concessionária e evidenciou o desrespeito institucional com a população do interior de Minas Gerais. Não se trata de falha pontual, mas de um método conhecido, tolerado e convenientemente naturalizado. A repercussão amplia a pressão pública sobre a empresa e desmonta a narrativa confortável dos “incidentes técnicos”. O que se impõe é a constatação de uma precarização crônica de um serviço essencial, sustentado por tarifas elevadas e devolvido à população em forma de apagões e descaso. A omissão deixou de ser invisível. Virou pauta estadual e, mais que isso, um problema político que já não cabe mais debaixo do tapete.

Sérgio Lopes Jornalista

Texto publicado no Blog dos Letrados Desalienados (blogdosletradosdesalienados.blogspot.com), em comemoração aos 10 anos de resistência crítica e literária do espaço criado pelo jornalista Sérgio Murilo Rodrigues Lopes, dedicado à palavra como forma de consciência, sensibilidade e liberdade.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Cemig: Onde o Escuro é Garantido

 

A Cemig segue fiel à sua vocação: prestar um serviço ruim com impressionante regularidade. Entre os dias 12, 13, 14 e 15 de janeiro de 2026, cidades do interior de Minas Gerais foram presenteadas com apagões prolongados, hospitais operando no limite, comunicações instáveis, transporte comprometido e ruas mergulhadas na escuridão. Empresas viram a produção parar, dados evaporarem e prejuízos se acumularem. Em casa, o cardápio foi simples: alimentos estragados, eletrônicos queimados, alarmes mudos, rotinas paralisadas, insegurança generalizada. O saldo é óbvio, caos operacional, atrasos em cadeia e perdas econômicas e materiais relevantes. Nada de novo, a inconstância virou regra, as reclamações são rotina e as soluções, uma lenda urbana. A Cemig não falha por acaso, falha por hábito. Até quando a senhora Cemig continuará encenando esse espetáculo grotesco de interrupções, improviso crônico e desprezo por quem paga caro para ficar no escuro?

Sérgio Lopes Jornalista

Texto publicado no Blog dos Letrados Desalienados (blogdosletradosdesalienados.blogspot.com), em comemoração aos 10 anos de resistência crítica e literária do espaço criado pelo jornalista Sérgio Murilo Rodrigues Lopes, dedicado à palavra como forma de consciência, sensibilidade e liberdade.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

CEMIG: Cobrança, Apagão, Cinismo

 

A CEMIG chama de instabilidade o que, nos pequenos municípios mineiros, atende por estrago. A energia oscila. Os aparelhos queimam. A fatura chega intacta e pontual como sempre. A saída? Ligar 116. Não é atendimento, é um rito de desgaste emocional. A música repete. A paciência evapora. O defeito continua ali, confortável. Promete ajuda, transfere, empurra para outro ramal. Depois, some. A ligação cai. A falha, não. O que deveria ser obrigação aparece maquiado de gentileza. As cidades sangram. Os moradores pagam. A concessionária se explica. Explicar, aliás, é o único serviço contínuo. Muito discurso. Nenhuma entrega. Rede cansada, equipamentos no limite, tolerância em colapso. Os apagões são frequentes. A criatividade é só no nome. O prejuízo é concreto, o pico vem rápido, a indenização nunca.  O relógio corre. A responsabilidade, como sempre, finge não ouvir. Senhora CEMIG: falta luz, sobra cobrança. E, no fim, respeito e competência seguem fora de área.

Sérgio Lopes Jornalista

Texto publicado no Blog dos Letrados Desalienados (blogdosletradosdesalienados.blogspot.com), em comemoração aos 10 anos de resistência crítica e literária do espaço criado pelo jornalista Sérgio Murilo Rodrigues Lopes, dedicado à palavra como forma de consciência, sensibilidade e liberdade.