sábado, 23 de dezembro de 2017

PSBD e PT desgovernaram Minas Gerais




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Imagem: Folha de S.Paulo - Uol620 × 1306

          A Inconfidência Mineira (1789), a Revolução de 1930, o Golpe Militar (1964) e a campanha pela abertura política em meados da década de 1980 “Diretas Já” são considerados acontecimentos marcantes da história do Brasil e foram planejados em Minas Gerais.  A Terra das Alterosas sempre foi referência no cenário nacional nas questões (políticas, econômicas, culturais, turísticas, religiosas). Contudo nos últimos 15 anos, as Minas Gerais vêm sofrendo com gestões ineficientes. O poder nas mãos das siglas partidárias PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira) e PT (Partido dos Trabalhadores) destruíram as Gerais. Segundo o site  (www.viomundo.com.br/) e o (https://blogdacidadania.com.br), os dois partidos tradicionais são acusados de denúncias de irregularidades tais como: utilização de recursos constitucionais mínimos do SUS (Sistema Único de Saúde) na saúde do Estado; “Pedalas Fiscais”; suspeita de tráfico de influência e lavagem de dinheiro; pagamento de vantagens irregulares a servidores vinculados aos governos tucanos; irregularidades na companhia de saneamento básico de MG (COPASA).

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Imagem: CHEbola - blogger480 × 480
          No período de 1º de janeiro de 2003 a 31 de março de 2010, Aécio Neves (PSDB) governou o estado. Entre 31 de março de 2010 a 4 de abril de 2014, Antônio Anastacia (PSDB) comandou Minas. De 4 de abril de 2014 a 1º de janeiro de 2015, a Terra do Pão de Queijo foi governada por Alberto Pinto Coelho Júnior (PP). Durante 12 anos, os tucanos foram responsáveis por calotes sucessivos nos investimentos em (educação e saúde); ausência de política industrial; entrega da Cemig para seus sócios “privados”; censura da imprensa; aparelhamento do Judiciário e do Ministério Público estadual; suspeitas obras da Cidade Administrativa; a “doação” do Mineirão para um consórcio privado; o apadrinhamento de aliados, inclusive de outros estados, na máquina do governo estadual. 

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Imagem: cenários - blogger535 × 335
           Já de 1º de janeiro de 2015 até a atualidade, Fernando Pimentel (PT) governa Minas Gerais. Aumento do preço de energia; manobras fiscais; inchaço da máquina pública; desvalorização do servidor; elevação salarial para funcionários do alto escalão; anúncio do pagamento do décimo terceiro salário dos servidores (2017) parcelados em 4 vezes (exceto saúde e segurança pública); foram algumas medidas tomadas pelo governador Pimentel.  Por fim, os governos dos tucanos e petistas deixaram a Terra das Montanhas em situação caótica. Todavia, muitos mineiros são culpados... Os governadores foram escolhidos democraticamente pelo voto dos milhões de eleitores de Minas Gerais...
 Sérgio Lopes Jornalista e professor












domingo, 19 de novembro de 2017

Para que servem os Sindicatos?





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Imagem: STICM -

          O Brasil aboliu a Escravatura e proclamou a República, no final do século XIX. Esses acontecimentos possibilitaram a substituição da mão-de-obra escrava pelo trabalho assalariado.  Uma imensa quantidade de imigrantes deparou com uma sociedade que oferecia pouquíssimos direitos aos trabalhadores. Os estrangeiros que trabalharam no país foram explorados. A remuneração era baixa, jornada diária de trabalho era de 12 a 15 horas, não tinha direito ao descanso nos (finais de semana e feriados), não havia contrato de trabalho, as demissões aconteciam a qualquer momento. Além disso, os empregadores não se responsabilizavam pelos acidentes de trabalho ou doenças. Os imigrantes conheciam direitos trabalhistas conquistados em suas nações.  Introduziram as sociedades de auxílio-mútuo e de socorro, que tinha o intuito de apoiar materialmente os trabalhadores em momentos mais árduos. 

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Imagem: Memórias da Ditadura
          Depois, foram concebidas as Uniões Operárias... O advento da Indústria no Brasil possibilitou a organização de acordo com ramos diferentes de atividade. Surgia assim o movimento sindical no Brasil...  O presidente Getúlio Vargas (1930 – 1945) subjugou os sindicatos ao domínio do Estado. Ele criou o Ministério do Trabalho, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e dos institutos de Previdência Social. A era Vargas foi marcada por greves de trabalhadores e pela luta sindical.  Na década de 1960, a batalha sindical alcança seu auge, com várias manifestações grevistas e criação do Comando Geral dos Trabalhadores (CGT). No campo, as lutas também se acentuaram com a criação das ligas camponesas, onde aos poucos desenvolviam os sindicatos rurais. Na década de 1970, o movimento operário configurou no cenário (político, econômico e social) gerando a criação da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e do Partido dos Trabalhadores (PT).


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Imagem: Causa Operária
           A Constituição Federal de 1988, deu liberdade ao movimento sindical, excluiu regras como a necessidade de autorização do Ministério do Trabalho para funcionamento de um sindicato e possibilitou a sindicalização dos servidores públicos. Diante disso, os sindicatos começaram a perder o entendimento com a sociedade e, consequentemente, seu prestígio de associação. Contemplados com cargos no governo, CUT e Força Sindical foram perdendo interlocução e relevância, deixando os objetivos de lado. Preferiram o poder para se adornar e converter um dispositivo democrático em troca. A imensa quantidade de sindicados do Brasil é na visão dos críticos não representativa.  Ou catastrófico, apenas mais uma maneira de receber dinheiro público dos governantes.


Sérgio Lopes
Jornalista e professor