A correria do cotidiano, o consumismo exagerado, o gasto desenfreado, o uso prolongado de redes sociais, a falta de atividade física, a péssima alimentação, as noites mal dormidas provocam estresse e prejudicam a qualidade de vida de vários indivíduos. No calor da emoção, muitos agem sem pensar... Utilizam palavras de baixo calão, praticam atos de vandalismo, cometem violência contra animais indefesos e, principalmente, agressão (física, psicológica, verbal) para uma pessoa ou um grupo... O que fazer diante dos atos deploráveis de homens e mulheres? É primordial atuar com tranquilidade e deferência, evitando ações precipitadas. Talvez, o silêncio possa ser a resposta mais sensata em algumas ocasiões, tais como:
Mesmo sofrendo injustiças, as pessoas do bem sempre
serão respeitadas na sociedade, porque elas estimulam princípios indispensáveis
como compreensão, reciprocidade, apoio, comunhão, acolhimento. Enfim, o gesto
de amor e a generosidade concorrem para elaboração de um processo de garantia
que todos os seres humanos tenham acesso democrático a circunstâncias favoráveis,
meios usados para conseguir algo e prerrogativas
legais, independentemente de suas diferenças.
Sérgio Lopes Jornalista
Texto
publicado no Blog dos Letrados Desalienados
(blogdosletradosdesalienados.blogspot.com), em comemoração aos 10 anos de resistência
crítica e literária do espaço criado pelo jornalista Sérgio Murilo Rodrigues
Lopes, dedicado à palavra como forma de consciência, sensibilidade e liberdade.

Tá tão perigoso abrir a boca, hoje em dia. Melhor coisa é calar. Mais você citou um ponto importantíssimo no calor do emoção, ultimamente tem acontecido coisas horríveis. Vamos nos cuidar da mente, corpo e da espiritualidade. Sem Deus não samos nada.
ResponderExcluirÀs vezes, o silêncio é a melhor resposta.
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