quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Silêncio


A correria do cotidiano, o consumismo exagerado, o gasto desenfreado, o uso prolongado de redes sociais, a falta de atividade física, a péssima alimentação, as noites mal dormidas provocam estresse e prejudicam a qualidade de vida de vários indivíduos. No calor da emoção, muitos agem sem pensar...  Utilizam palavras de baixo calão, praticam atos de vandalismo, cometem violência contra animais indefesos e, principalmente, agressão (física, psicológica, verbal) para uma pessoa ou um grupo...  O que fazer diante dos atos deploráveis de homens e mulheres? É primordial atuar com tranquilidade e deferência, evitando ações precipitadas. Talvez, o silêncio possa ser a resposta mais sensata em algumas ocasiões, tais como:

Mesmo sofrendo injustiças, as pessoas do bem sempre serão respeitadas na sociedade, porque elas estimulam princípios indispensáveis como compreensão, reciprocidade, apoio, comunhão, acolhimento. Enfim, o gesto de amor e a generosidade concorrem para elaboração de um processo de garantia que todos os seres humanos tenham acesso democrático a circunstâncias favoráveis, meios usados para conseguir algo  e prerrogativas legais, independentemente de suas diferenças.

Sérgio Lopes Jornalista

Texto publicado no Blog dos Letrados Desalienados (blogdosletradosdesalienados.blogspot.com), em comemoração aos 10 anos de resistência crítica e literária do espaço criado pelo jornalista Sérgio Murilo Rodrigues Lopes, dedicado à palavra como forma de consciência, sensibilidade e liberdade.


2 comentários:

  1. Tá tão perigoso abrir a boca, hoje em dia. Melhor coisa é calar. Mais você citou um ponto importantíssimo no calor do emoção, ultimamente tem acontecido coisas horríveis. Vamos nos cuidar da mente, corpo e da espiritualidade. Sem Deus não samos nada.

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  2. Às vezes, o silêncio é a melhor resposta.

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