segunda-feira, 5 de fevereiro de 2024

Ano letivo 2024 é vida nova, será?

 








O ano letivo ,2024,  inicia, mas  sempre é  mais do mesmo, sobretudo,  em Minas Gerais. No ano novo, em Escolas públicas do Brasil,  parte considerável  dos envolvidos no processo de educação das redes municipais e estaduais, ( os alunos , os professores, os pais, as gestões de Prefeitos e Governadores, os criadores das leis da educação) não mudam as posturas.  Qual é a expectativa para 2024 ? Surgi  outra oportunidade  para os estudantes obedecerem  às regras e às normas das Instituições de Ensino, principalmente,  respeitando a comunidade escolar.  Os professores terem paz e tranquilidade para executar suas tarefas,  sem o excesso de burocracia e sem cobranças descabidas de direção e supervisão.  Diretores e vice-diretores escolares  pararem com alucinações e utopias de querer criar "escola modelo" fora da realidade do contexto do país.  Além disso, preserve o sagrado sábado dos professores! Realize reuniões pedagógicas e sábados letivos durante os dias úteis da semana! Os pais e responsáveis pelos alunos assumirem suas responsabilidades em relação aos filhos.  Basta  de  "passar a mão na cabeça" de estudantes indisciplinados e criticar os professores.   As gestões municipais e estaduais deveriam repensar as atitudes ligadas à educação.  Pagar remuneração digna,   oferecer alimentação de qualidade para os docentes,  disponibilizar  bom plano de saúde,   valorizar a formação intelectual (especialização,  mestrado,  doutorado) de todos os  profissionais da educação, remunerar  satisfatoriamente efetivos e contratados. Bem como, os que estão no topo do setor educacional  e do poder , dentro dos gabinetes e das salas com ar condicionado,  os criadores das leis da educação. Vossas excelências  não conhecem a dura e triste realidade das escolas.. A dificuldade de muitos alunos carentes sem condições financeiras,  até mesmo sem  nenhuma alimentação, professores correndo risco de vida no trânsito, deslocando de uma cidade ou bairro para outro, não podendo atrasar para o horário da aula ,  o magistério está com excesso de trabalho e péssima qualidade de sono.  Os professores do Brasil  estão  adoecendo  com problemas de ansiedade,  depressão  coluna cervical , garganta,  estômago...  Senhores Criadores das leis da educação tirem a "bunda" da cadeira e esqueçam o ar condicionado.  Venham conhecer a realidade das escolas !  Diretores de escolas e Secretários de  Educação,   os senhores  já foram professores.  Detestam ou já detestaram  a burocracia e a tecnocracia da educação básica brasileira. Por gentileza , não sejam carrascos dos professores. Não complique a vida deles. Enfim,  os professores necessitam de mais união e representantes para defender os direitos e valorizar o trabalho.

                     Sérgio Lopes Jornalista 






sábado, 3 de fevereiro de 2024

A primeira noite do Carna Pacheco 2024

 















O tradicional Bloco das Piranhas reuniu centenas de foliões (crianças, jovens, adultos), pelas ruas de Coronel Pacheco, vindo da Pracinha do Santa Rita levando a galera até a Praça Carlos Chagas, sem perder a animação em nenhum momento.  Não faltou criatividade do público, na escolha da fantasia. Personagens de desenho, super-herói e, evidentemente, as ilustres “piranhas” divertiram e envolveram com os populares para alegrar o Carna Pacheco 2024.







Ademais, o Bloco Viva Mais pode ser definido como alegria. Os participantes brincaram, pularam, cantaram, dançaram.  Além disso, teve show com os DJS (Alex e Scooby) e o fechamento da noite ficou por conta da Banda é Festa é Show. O Carna Pacheco 2024 não para. A grande atração de hoje (03/02/2024) é o grupo carioca de samba e pagode Molejo. Confira a programação abaixo:

Sérgio Lopes Jornalista

 


sexta-feira, 2 de fevereiro de 2024

A hora é agora, Carna Pacheco 2024

 

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Hoje ( sexta_feira 02 de fevereiro), amanhã (sábado 03 de fevereiro),  depois de amanhã (domingo 04 de fevereiro), a pequena Coronel Pacheco ( Zona da Mata Mineira) vai pulsar com a alegria dos blocos,  a diversão para  crianças, os shows regionais,  o agito dos DJS e a principal atração nacional: o grupo carioca de samba e pagode MOLEJO.  Venha curtir o melhor carnaval antecipado de todos os tempos da cidade! Carna Pacheco 2024, onde a tristeza pula de alegria. Onde o entusiasmo,  o prazer, a diversão e a felicidade são ligadas à segurança, ao respeito e à cordialidade. 

                Sérgio Lopes  Jornalista 

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2024

Sinceridade


Segundo o dicionário da língua portuguesa,   a palavra "sinceridade" significa qualidade,  estado ou condição do que é sincero, franqueza,   lisura de caráter.  O excesso de sinceridade pode ferir, agonizar,  ofender, magoar e  machucar as pessoas.  Além disso,  acaba prejudicando as relações humanas,  na vida pessoal, no ambiente de trabalho,  no meio familiar.  Ademais, o sincero é taxado de sem noção,  chato e crítico. A falta de sinceridade é maneira de não se indispor, ser cordial, responder educamente (às vezes com falsidade). Bem como, o intuito de manter  boa relação,  ser considerado o indivíduo da paz e do amor.  Os não sinceros perdem a confiança e são rotulados de hipócrita, falso, mentiroso, traíra, caozeiro.   O excesso ou a falta,  qual é a melhor medida da sinceridade? 

                     Sérgio Lopes Jornalista 

quarta-feira, 31 de janeiro de 2024

O governador lacrou ou não lacrou?

 

Na terça_feira , 30/01/24,  Romeu Zema (Partido Novo), governador de Minas Gerais,  participou do lançamento do programa que prestará suporte à mulheres vítimas de violência,  sobretudo,  importunação sexual, no Carnaval 2024. Zema comentou a respeito do risco de rotular indivíduos de acordo com raça, gênero e orientação sexual.  Ao mencionar a temática,  afirmou que : " homens brancos,  heterossexuais e bem_sucedidos são rotulados de carrascos".  A declaração de um representante do povo eleito por homens e mulheres (brancos,  negros,  heterossexuais,  homossexuais) não deveria ser pronunciada de maneira rasa e pueril. Por outro lado, Romeu Zema transformou homens brancos,  heterossexuais e bem_sucedidos em "vítimas da sociedade".  A fala gera polêmica e polarização,  dividi e não soma. Enfim,  o  governador lacrou ou não lacrou?

                   Sérgio Lopes Jornalista 

terça-feira, 30 de janeiro de 2024

Meu nome é Enéas

 

Enéas Carneiro surgiu no cenário político brasileira no ano de 1989. Fundou o Partido de Reedificação da Ordem Nacional (PRONA), lançou sua candidatura à presidência da República. Sem representação no Congresso Nacional, teve somente duas aparições cotidianas, de 15 segundos, no horário eleitoral gratuito. Suas falas foram fundamentadas na norma, na regra, na ordem, no princípio, na autoridade, na prescrição, na orientação. Continuamente, no fim do discurso utilizou o famoso bordão “Meu nome é Enéas”. Não conseguiu vencer a eleição de 1989, posteriormente, na eleição de 1994, lançou, novamente à presidência. Ficou em 3° lugar, atrás de Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva.


Em 1998, Enéas disputou pela terceira vez a eleição presidencial, obteve a 4° posição. Na eleição de 2000, disputou o cargo de prefeito, em São Paulo, não foi eleito. No ano de 2002, obteve grande triunfo. Conforme o https://www1.folha.uol.com.br/, Enéas Carneiro, em São Paulo, tornou-se o deputado federal mais votado em 2002, com mais de 1,5 milhão de votos, o que garantiu também mais cinco corregionários do Prona, inclusive Vanderlei Assis, com 275 votos. Contudo, no início do ano de 2006, o Deputado Federal do Prona passou a enfrentar sérios problemas de saúde (pneumonia e leucemia aguda). Enéas tirou a barba, devido ao tratamento. Concorreu à reeleição em 2006, criou o novo bordão “Com barba ou sem barba, meu nome é Enéas”. Foi reeleito, mas infelizmente, morreu no ano de 2007, na cidade do Rio de Janeiro.  


Quem foi Enéas Carneiro? Segundo o https://www.ebiografia.com/, Enéas Carneiro (1938-2007) foi um político, médico cardiologista, físico, matemático, professor e escritor brasileiro. Enéas Ferreiro Carneiro nasceu em Rio Branco, no Acre, no dia 5 de novembro de 1938. Filho do barbeiro Eustáquio José Carneiro, ex-funcionário da antiga Companhia de Navegação Costeira e da dona de casa Mina Ferreiro Carneiro. Iniciou seus estudos no Grupo Escolar 24 de Janeiro em sua cidade natal. Ficou órfão de pai com nove anos de idade. Com 19 anos mudou-se com a mãe para o Rio de Janeiro para ingressar na Escola de Saúde do Exército e na Escola de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro, atual UNIRIO, tendo sido aprovado em primeiro lugar nos dois vestibulares. Em 1959 graduou-se como Terceiro Sargento Auxiliar de Anestesia. Passou a trabalhar no Hospital Central do Exército.


Ainda de acordo com https://www.ebiografia.com, em 1962 ingressou no curso de Matemática e Física da Faculdade de Filosofia Ciência e Letras do Estado da Guanabara, atual UERJ. Em 1965 formou-se em Medicina com especialização em Cardiologia. Neste mesmo ano deixou o Exército após 8 anos de serviço, onde recebeu a Medalha Marechal Hermes, tendo realizado mais de 5 mil anestesias. Em 1968 licenciou-se em Matemática e Física. Nesse mesmo ano passou a lecionar Matemática e Física, preparando os alunos para o vestibular. Fundou um curso pré-universitário, onde lecionou Física, Química, Biologia e Português. No ano seguinte, fez o curso de especialização em Cardiologia na Enfermaria da Santa Casa de Misericórdia, onde foi integrado como assistente. Entre 1973 e 1975, fez o mestrado em cardiologia na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ainda em 1975, apresentou a primeira versão do curso “O Eletrocardiograma”, que foi ministrado no Rio de Janeiro, em São Paulo e em Quito no Equador.


A inteligência, a sede de conhecimento, a capacidade de análise crítica, a dedicação ao estudo, a busca de entendimento por diversas áreas do saber humano, a habilidade, o conhecimento avançado, a produção de ideias inovadoras, a análise de informações complexas, a criatividade, a identificação de padrões e tendências, a facilidade de expressar, o conhecimento da língua portuguesa e o compromisso social foram características marcantes do senhor Enéas Carneiro. Figura não compreendida no seu tempo. Enéas não foi da esquerda e nem da direita, mas a terceira via política da época. 


 A clareza é nítida na frase: […] “PSDB e PT e qualquer “P”, sempre estiveram juntos. É falsa a briga entre eles. Agora, se o senhor não aguenta mais ver “menor” abandonado na rua, tóxico, crime, tudo que não presta aumentando e o senhor quer expulsar pra sempre esses patifes do poder, só existe uma opção: 56. O senhor nunca me viu junto de nenhum deles. E comigo, o senhor vai ficar livre de todos eles. […] A decisão é sua. Meu nome é Enéas, 56.” (Enéas Carneiro). O doutor Enéas foi, é e sempre será ícone da política brasileira, verdadeiro defensor da nação, das suas riquezas, da restauração, da Ordem, da Grandeza e da edificação do Brasil.

Sérgio Lopes Jornalista

 

 

 

 

sábado, 27 de janeiro de 2024

A miséria no Brasil


Família na linha de pobreza


Embora a corrupção crônica tenha dominado todo espaço púbico do país, a miséria é, na atualidade, a questão que engloba os hábitos sociais e costumes, o caráter individual e coletivo e os princípios das ações. O Brasil ainda possui fome, desemprego, subemprego, violência. Milhões de pessoas não possuem condições dignas de sobrevivência.  A carência absoluta de meios de subsistência dura por um longo tempo na nação, várias gestões presidenciais  tentaram aniquilar a miséria.  Todavia, a realidade é que ocorre um processo de divergência e perda de determinados homens ou comunidades em diversas esferas do sistema de organização da sociedade.


A eternização da discrepância no padrão de vida e nas condições de (direitos, bens, serviços) entre membros de uma sociedade causam espanto e indignação.  Bem como, é resultado de um país extremamente desigual. As habitações precárias construídas, sobretudo, nos morros contrastam com as mansões e as casas dos condomínios fechados. Muitos brasileiros passam fome, não possuem nenhum alimento, sofrem com quadros de desnutrição e mortalidade infantil. Por outro lado, parte privilegiada da sociedade tem garantia de alimentos de qualidade diariamente.


Milhões de brasileiros não têm coleta de lixo, rede de esgoto sanitário, água tratada. Já outros possuem os serviços de saneamento básico. Os menos favorecidos usufruem das escolas públicas, muitas apresentam condições precárias, os professores são mal remunerados, o que pode resultar ensino de baixa qualidade. Em contrapartida, as Instituições de Ensino pagas apresentam infraestrutura e material de melhor qualidade.  Os que possuem mais condições financeiras conseguem obter diploma universitário, intercâmbio, aprender segunda língua, cursos (Mestrado, Doutorado), com mais “facilidade” em relação aos jovens pobres que precisam trabalhar, cotidianamente, para pagar as contas.


Os endinheirados, após usufruir de ensino satisfatório, certamente, conseguirá melhores oportunidades de trabalho. Os menos qualificados não conseguirão bons empregos, o desemprego é realidade...  O acesso à cultura, o uso do transporte público, a utilização do sistema de saúde para população de baixa renda são considerados de má qualidade, restrito, caro e limitado. Já a população com dinheiro consegue serviço de qualidade. Enfim, o Brasil é sociedade desajustada e inaceitável. A luta é sobrepujar essa triste realidade e, deste modo, atingir resultado ainda não compreendido por políticas públicas e sociais. Os milhões de brasileiros miseráveis precisam ser identificados e beneficiados, através da ação conjunta de municípios, estados e federações.

Sérgio Lopes Jornalista