O
cidadão paga impostos sobre o que ganha, compra e consome. O governo arrecada,
mas a conta não termina nos tributos. Há salários, verbas e benefícios
políticos financiados por quem enfrenta o custo de vida e luta para fechar o
mês. Para o contribuinte, cobranças. Para parte da classe política,
privilégios. O dinheiro sai do bolso de quem trabalha, mas a obrigação de
prestar contas nem sempre parece acompanhar o volume da arrecadação. Que
vergonha deveria pesar mais: a de quem trabalha quase metade do ano para pagar
impostos ou a de quem, na política, mantém privilégios custeados pelo dinheiro
desse mesmo cidadão?
Sérgio
Lopes Jornalista
Texto
publicado no Blog dos Letrados Desalienados
(https://blogdosletradosdesalienados.blogspot.com/2026/10/o-preco-do-privilegio.html), em comemoração aos 10 anos de
resistência crítica e literária do espaço criado pelo jornalista Sérgio Murilo
Rodrigues Lopes, dedicado à palavra como forma de consciência, sensibilidade e
liberdade.

Infelizmente só quem paga impostos sabe realmente que pesa no bolso.
ResponderExcluirO Brasil é o país do imposto.
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