Às vezes, muitas pessoas passam anos de suas vidas na busca de objetivos. Cada um aprende com idosos, pais, livros e, sobretudo, com os infortúnios. Alguns conseguem concretizar desejos e vontades. Outros não têm êxito e ficam frustrados. Os menos favorecidos economicamente são tolerados. Os remediados não são reconhecidos e nem valorizados. Os abastados sempre são perdoados. O marginalizado raspa o tacho e ainda agradece pela sobrevivência. O limitado transforma desejo em dívida e finge que é estratégia. O privilegiado paga pelo sossego e acredita que é paz. O excluído se apavora com a escassez. O iludido teme deixar de impressionar. O endinheirado vive com medo de perder o figurino de rico. Todos juram que dinheiro não define, mas ajoelham sem discutir. A régua muda e o vazio continua no mesmo lugar. No topo da pirâmide, o excesso vira rotina. No limbo social, falta tempo para sustentar a própria ilusão. No limite da existência social, nem a falta traz alívio... No fim da linha, a desigualdade mora no preço da queda, não no sofrimento de viver.
Sérgio
Lopes Jornalista
Texto
publicado no Blog dos Letrados Desalienados
(blogdosletradosdesalienados.blogspot.com), em comemoração aos 10 anos de
resistência crítica e literária do espaço criado pelo jornalista Sérgio Murilo
Rodrigues Lopes, dedicado à palavra como forma de consciência, sensibilidade e
liberdade
Acredito que o dinheiro não é tudo. Mais ele é essencial para nossa sobrevivência. Com trabalho e dignidade. A Palavra de Deus diz que a ganância ao dinheiro é o mal de toda raízes. Por isto temos visto com.mais frequência estes tipos de pessoas. O amor o próximo tá ficando cada vez distante.
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