Uma
operação do Procon do Ministério Público de Minas Gerais interditou três postos
de combustíveis entre os dias 22 e 26 de junho por irregularidades na
comercialização de combustíveis. Em Presidente Olegário, foi constatado vício
de qualidade na gasolina comum, o que levou à interdição cautelar de um bico de
abastecimento e à coleta de amostras para análise. Em Fervedouro, um tanque de
etanol foi interditado após a identificação de combustível fora dos padrões de
qualidade. Já em Monte Azul, um bico injetor foi interditado por fornecer
volume inferior ao registrado na bomba, prática conhecida como "bomba
baixa". Ao todo, a fiscalização vistoriou 42 postos em nove municípios e
autuou 21 estabelecimentos. Entre as principais irregularidades identificadas
estão falhas em equipamentos de medição, descumprimento das normas de
informação ao consumidor, ausência de documentos obrigatórios, problemas na
precificação e falta de identificação da origem do combustível em postos de
bandeira branca. A operação verificou o cumprimento das normas de defesa do
consumidor e da regulamentação da ANP e do Inmetro, reforçando que parte dos
estabelecimentos fiscalizados ainda opera em desacordo com a legislação. Diante
desse cenário, fica a reflexão: quando abastecemos, podemos confiar que o
combustível entregue corresponde, de fato, ao que estamos pagando?
Sérgio
Lopes Jornalista
Texto
publicado no Blog dos Letrados Desalienados
(blogdosletradosdesalienados.blogspot.com), em comemoração aos 10 anos de
resistência crítica e literária do espaço criado pelo jornalista Sérgio Murilo
Rodrigues Lopes, dedicado à palavra como forma de consciência, sensibilidade e
liberdade.
Creio se for verificar minuciosamente vai tá tudo irregular. Não acredito mais!
ResponderExcluirHoje o ser humano só visa lucro. Não preocupa mais com os clientes. Sabe que a clientela gosta de ser enganadas. Estão cegas. Tá difícil!
ResponderExcluirHá locais sérios, mas também há pilantragens...
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