A Cemig segue fiel à sua vocação: prestar
um serviço ruim com impressionante regularidade. Entre os dias 12, 13, 14 e 15
de janeiro de 2026, cidades do interior de Minas Gerais foram presenteadas com
apagões prolongados, hospitais operando no limite, comunicações instáveis,
transporte comprometido e ruas mergulhadas na escuridão. Empresas viram a
produção parar, dados evaporarem e prejuízos se acumularem. Em casa, o cardápio
foi simples: alimentos estragados, eletrônicos queimados, alarmes mudos,
rotinas paralisadas, insegurança generalizada. O saldo é óbvio, caos
operacional, atrasos em cadeia e perdas econômicas e materiais relevantes. Nada
de novo, a inconstância virou regra, as reclamações são rotina e as soluções,
uma lenda urbana. A Cemig não falha por acaso, falha por hábito. Até quando a
senhora Cemig continuará encenando esse espetáculo grotesco de interrupções,
improviso crônico e desprezo por quem paga caro para ficar no escuro?
Sérgio Lopes Jornalista
Texto
publicado no Blog dos Letrados Desalienados
(blogdosletradosdesalienados.blogspot.com), em comemoração aos 10 anos de
resistência crítica e literária do espaço criado pelo jornalista Sérgio Murilo
Rodrigues Lopes, dedicado à palavra como forma de consciência, sensibilidade e
liberdade.

CEMIG, era ótima! Que levou a chegar este ponto. Minas é enorme tinha ótimas referências..Meu pai, tios, cunhado e sobrinhos foram funcionários da empresa. Aos poucos viu uma CEMIG sem ação, corrupção se estalou. Cada governo inchava de funcionários. Anos se passaram hoje tá um.processo de decadência.
ResponderExcluirAtualmente, a CEMIG é incompetente.
ExcluirCEMIG, era ótima! Que levou a chegar este ponto. Minas é enorme tinha ótimas referências..Meu pai, tios, cunhado e sobrinhos foram funcionários da empresa. Aos poucos viu uma CEMIG sem ação, corrupção se estalou. Cada governo inchava de funcionários. Anos se passaram hoje tá um.processo de decadência.
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