sexta-feira, 24 de julho de 2026

Coronel Pacheco e Goianá: A Conta Chega, a Luz Nem Sempre.


Joãozinho Jornalista comenta a respeito dos serviços da CEMIG em Coronel Pacheco e Goianá.

Com mais de 70 anos de história, a Cemig ajudou a levar energia elétrica a Minas Gerais. Em Coronel Pacheco e Goianá, porém, moradores convivem com problemas recorrentes no fornecimento. Em Coronel Pacheco, relatos apontam picos e oscilações de energia, principalmente entre 17h e 18h, mas também em outros horários. A instabilidade transforma a rotina em uma verdadeira “roleta elétrica”: televisão, computador, impressora ou eletrodoméstico — ninguém sabe qual será a próxima vítima. Em Goianá, o problema é a recorrência das interrupções no fornecimento, que prejudicam moradores, trabalhadores e estabelecimentos comerciais. A conta, entretanto, chega pontualmente. Quem paga? O consumidor. E, se a energia oscilar ou faltar e algum equipamento for danificado, o prejuízo pode ficar novamente com quem já pagou pelo serviço. A Cemig precisa explicar o que está acontecendo e, principalmente, resolver o problema. Energia elétrica estável não é luxo, favor ou benefício: é um serviço essencial pelo qual o consumidor paga todos os meses. Depois de mais de sete décadas, moradores de Coronel Pacheco e Goianá não deveriam precisar apostar na sorte para ter energia de qualidade. A Cemig cobra pelo serviço; o mínimo que se espera é que entregue o serviço. Afinal, incompetência também custa caro — e, até agora, quem parece estar pagando a conta é o consumidor. Em apoio à causa dos moradores, o jornalista Joãozinho Jornalista, de Belo Horizonte, publicou um vídeo comentando os serviços prestados pela Cemig em Coronel Pacheco e Goianá e reforçando a importância de cobrar soluções para os problemas enfrentados pela população.

Sérgio Lopes Jornalista

Texto publicado no Blog dos Letrados Desalienados (https://blogdosletradosdesalienados.blogspot.com/2026/07/coronel-pacheco-e-goiana-conta-chega.html), em comemoração aos 10 anos de resistência crítica e literária do espaço criado pelo jornalista Sérgio Murilo Rodrigues Lopes, dedicado à palavra como forma de consciência, sensibilidade e liberdade.


 

Nenhum comentário:

Postar um comentário